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Programas Formativos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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I – Especificidade e rigor:

Os programas formativos estruturados pela "Fundação Pro Justitiae", foram precedidos de um trabalho de pesquisa levado a efeito por equipas de peritos enviados aos países de expressão portuguesa, excepto ao Brasil, com vista à definição precisa e pontual de diagnósticos de necessidades.

O resultado desse trabalho revelou-se de capital importância, na medida em que permitiu a adaptação de cada programa às específicas realidades dos diversos universos.
De facto, a definição de uma estratégia educativa/formativa baseada em critérios unívocos de raiz conceptual europeia, coincidiria com uma aproximação de cariz colonialista, historicamente provada como errada, e profundamente desrespeitosa da soberania de cada um dos países. Assim, a Fundação não segue uma orientação estratégica padrão enquadrada num programa normalizado estritamente inspirado no sistema formativo português. Bem pelo contrário: os programas são criados para cada um dos países em causa, dirigidos para campos de acção específicos e, sempre que possível, susceptíveis de se integrarem nos fins programáticos que as respectivas administrações nacionais têm previsto desenvolver.
Isto significa que além da especificidade e do rigor, o conteúdo dos programas são apresentados para apreciação dos governos locais dentro dos limites de projectos de cooperação visando iniciativas mais amplas e o estabelecimento de centros de formação permanentes.

II – Utilidade e Qualidade:

Na "Fundação Pro Justitiae", entendemos que qualquer sistema se destina a servir e não a ser servido.
Esta é uma verdade de aplicação universal. Todavia, ganha foros de incontestável sempre que se aplica ao conhecimento e à sua difusão e de importância vital quando esse mesmo acervo cognitivo é a ferramenta a ser usada no perímetro dos sistemas legais por estarem em causa direitos e deveres das comunidades, ou sejam: superiores interesses públicos.
Um sistema formativo tem de conter programas que possuam a marca da utilidade, deste modo propiciando soluções em vez de acrescentar novas camadas de problemas às pré existentes.
Os programas da Fundação combinam um estilo de formação "pari passu" com conteúdos práticos e interactivos que permitem ao formando encarar situações complexas e transformá-las em termos de apreensão fáceis e práticas, conduzindo-o às soluções mais adequadas em termos de certeza, segurança e transparência.
Para se atingir este desiderato, torna-se essencial o concurso da informática e das ciências comportamentais.
As equipas de formadores disponíveis aliam o conhecimento teórico a uma prática profissional activa de vários anos.

III – Recursos Humanos e Materiais:

Convém não esquecer que o êxito de qualquer sistema depende da sábia combinação dos recursos humanos com os materiais.
Contudo, o investimento somente dirigido ao equipamento e à sua actualização, sem ponderar a necessidade de requalificação dos seus utentes, ainda que possa ser encarado como um forma de progresso, está destinado ao insucesso. O investimento prioritário a fazer-se deve, por conseguinte, orientar-se para o elemento humano.
A aplicação dos meios formativos suficientes, por um lado, integrada por meios materiais actualizados, por outro, permite uma rápida ascensão a patamares desenvolvidos de progresso.
O que vem de ser dito, explica a razão pela qual, cada programa produzido pela Fundação Pro Justitiae, funciona como o elemento chave para a formação inicial e contínua dos seus formandos.
Estes passarão a ser vistos na comunidade em que prestam serviços como bons exemplos dos benefícios emergentes de uma boa preparação profissional.
Não obstante, esses benefícios não serão suficientes para garantir melhores serviços às comunidades anão ser que se estribem em reformas viradas para a articulação racional de recursos humanos e materiais integrados em políticas de desenvolvimento social.

No que concerne a projectos de reformas administrativas e sociais, bem como ao seu acompanhamento, a Fundação possui igualmente uma vasta experiência porquanto integra profissionais experientes e familiarizados na sua feitura com projectos de reformas prontos para serem aplicados.

IV – Formação contínua:

Os programas de formação nunca se podem considerar absolutamente acabados. De facto, cada programa é um mero elemento num vasto processo, célula portadora de uma natureza histórica, que arrisca perder a sua especificidade, utilidade e qualidade, se porventura não for integrado pelo elemento "continuidade".
A Fundação, sendo como realmente é, uma instituição destituída de propósitos lucrativos, não fornece "pacotes de formação". O seu escopo é comandado por uma única finalidade: servir, isoladamente ou cooperando com outras entidades que prossigam fins coincidentes ou se guiem por iguais referências.

Para esta Fundação, formar profissionais é o resultado de um processo que necessita ser implantado em negação de soluções temporárias, ocasionais ou sazonais.
Para instalar estruturas fixas e contínuas de formação, a Fundação privilegia a constituição de centros que desenvolverão actividades verdadeiramente académicas e a formação de formadores locais que darão a necessária continuidade ao trabalho de implantação inicial, monitorizarão o seu impacto, bem como o das reformas administrativas que entretanto se empreenderem.
Os centros de formação da Fundação, em conjugação com os formadores residentes, destinam-se a servir de pontes de acção interactiva com a sua sede em Portugal.
As universidades locais assim como as associações profissionais que se encontram referenciadas, dão sinais claros de que estão suficientemente habilitadas a desempenhar um papel relevante no processo de instalação das estruturas de formação contínua.

 
 

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